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26/03/2013 -
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New Fiesta global começa a ser produzido no Brasil, na velha São Bernardo do Campo
 
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Ford investiu R$ 800 milhões para fazer o hatch aqui, que nasce com 75% de nacionalização

 

A fábrica da Ford de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que produz com os seus 4,2 mil empregados o compacto Ka e a picape Courier, dois modelos que em breve deverão receber grandes modificações - o Ka já tem nova geração em desenvolvimento a ser fabricada na Ford de Camaçari (BA) e vendida a partir de 2015 -, subiu de status: foi promovida a planta com produto global, o New Fiesta.

Na segunda-feira, 25, Steve Armstrong, presidente, e Rogelio Golfarb, vice-presidente da Ford América do Sul, acompanhados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do prefeito local, Luiz Marinho, e do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques, apresentaram o primeiro New Fiesta global a sair da linha de produção na antiga unidade, cuja operação começou nos anos 1960. O novo compacto feito no Brasil abastecerá a partir do fim de abril o mercado interno e a América do Sul.

"O carro compacto mais vendido no mundo, fabricado em três continentes, começa agora a ser produzido no Brasil, em São Bernardo do Campo, onde nasceu a indústria automobilística brasileira", ressaltou Armstrong.

A comemoração simbólica na fábrica faz parte de uma série de eventos para o lançamento do New Fiesta brasileiro. Como parte da programação, a Ford promoveu no domingo, 24, no centro na cidade, uma festa com show da cantora Claudia Leitte para um público de mais de 50 mil pessoas (boa parte funcionários e seus familiares).

Segundo Golfarb, o New Fiesta entra em produção com 75% de componentes nacionalizados (não são feitos aqui o câmbio automatizado Powershift e sistemas eletrônicos), mas o carro não tem nenhuma relação de componentes comuns com o Ka ou a Courier. Ganhou o design global da marca, com mudanças estéticas significativas no capô e no conteúdo em relação ao Fiesta que era importado do México desde 2010. "A vinda do New Fiesta coloca a fábrica de São Bernardo do Campo no contexto mundial do grupo, de ter toda sua linha com carros globais até 2015", declara Golfarb.

A unidade do ABC, inaugurada há 45 anos, foi escolhida para receber a mais nova geração do Fiesta, de acordo com o vice-presidente, por sua experiência e tradição. "Com a chegada do Rodoanel, a logística da região será muito facilitada. Além disso, fizemos um balanceamento da nossa capacidade, deixando os demais novos modelos para as nossas outras unidades."

New-Fiesta/

FÁBRICA GLOBAL

Para produzir um carro moderno, a velha fábrica de São Bernardo do Campo teve de se modernizar. Foram aplicados R$ 800 milhões para instalar os processos de manufatura do novo veículo global - o aporte faz parte do programa de investimento de R$ 4,5 bilhões da Ford no Brasil.

Foi instalada uma nova linha de prensas, capaz de realizar cinco estágios de prensagem de forma totalmente automática. A área de carroceria foi ampliada e tem agora 310 máquinas automatizadas. As linhas de fechamento da carroceria ganharam flexibilidade para a produção de partes como portas, capô e tampa do porta-malas. O controle da geometria é feito por sensores a laser.

Na pintura, foi adicionada uma nova linha de aplicação de fosfato, a primeira camada de proteção da carroceria, por imersão total, além de um novo sistema automático de aplicação por robôs de selante, a camada de vedação. Foi adotada uma nova tecnologia de pintura com alto teor de sólidos, que garante maior proteção e brilho.

A montagem final, por sua vez, teve adequações gerais na linha para facilitar a passagem de mais um modelo, e foi incrementada como novas apertadeiras eletrônicas e um novo sistema de transportadores aéreos. Também foram instaladas novas células para a inserção automática de vidros e manipuladores para a montagem de radiador, painel, portas e bancos. O controle de qualidade foi reforçado com um sistema à prova de erro, que informa imediatamente se alguma etapa for realizada fora do padrão. Um sistema de avaliação automática checa os componentes elétricos e eletrônicos em 100% dos veículos produzidos.

A capacidade atual da unidade é de 100 mil automóveis por mês com um turno de montagem final. A nova geração do New Fiesta Hatch brasileiro começa a ser produzida regularmente nos próximos dias. A Ford ainda não revela o volume específico do novo modelo. Os motores Sigma 1.5 e 1.6, com bloco e cabeçote em alumínio que equipam o New Fiesta, vêm da planta de Taubaté, no interior de São Paulo, que recebeu investimentos de R$ 500 milhões nos últimos anos.

fabricaFord/

NEW FIESTA GLOBAL

Embora a Ford tenha feito mistério para revelar informações sobre a gama New Fiesta, que tem lançamento previsto para 20 de abril, já se sabe que o novo compacto terá duas motorizações: os propulsores flex Sigma TiVCT 1.5 e 1.6, com comando de válvula variável. Segundo a Ford, o motor Sigma tem classificação A nos testes de economia e eficiência energética do Inmetro, programa brasileiro que normatiza o rendimento dos veículos produzidos no País.

Serão duas opções de câmbio: manual e automatizada sequencial PowerShift de seis velocidades e dupla embreagem, a mesma que equipa o novo Ecosport, o primeiro carro global da marca fabricado em Camaçari (BA). E três versões de acabamento: S, SE e Titanium. Um dos diferenciais será o mais avançado sistema de conectividade da marca, o SYNC, que permite conexão com telefone celular e seleção de músicas usando comandos de voz em português.

O New Fiesta global vem equipado com seis airbags, controle de tração, assistente de partida em rampa e obteve quatro estrelas no teste de impacto do programa Latin NCAP

Como concorrentes, a Ford aponta o recém-lançado Peugeot 208, Citroën C3, Fiat Punto e as versões mais caras de Hyundai HB20, Chevrolet Onix. Se de fato se encaixar nesse nicho de compacto "premium", a versão mais barata do carro da Ford deverá partir de R$ 40 mil e a mais cara deve beirar R$ 55 mil. O preço oficial só será divulgado em abril.

NEW FIESTA SEDÃ E FIESTA ROCAM

Apenas a versão hatch do New Fiesta será feita no Brasil por enquanto. O sedã, que ainda não entrou para a gama global, continuará sendo importado do México. Enquanto o velho Fiesta Rocam, modelo mais vendido da Ford no Brasil, continua sendo fabricado na Bahia tanto na versão hatch como na sedã.

Fonte:
http://www.automotivebusiness.com.br



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