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10/07/2013 -
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Montadoras fogem de compromissos em proposta para híbridos e elétricos
 
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Como já era esperado, os fabricantes de veículos associados à Anfavea apresentaram ao governo na sexta-feira, 5, uma proposta de consenso sobre incentivos a carros com propulsão híbrida e elétrica, na qual pede isenções imediatas de impostos para importar esses modelos, e joga para depois de 2017 a possibilidade de desenvolver e fabricar no País esse tipo de tecnologia. 

Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, entregou pessoalmente em Brasília ao ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento) o documento que lista seis tipos de propulsão alternativa a serem incentivados e sugere etapas para análise da implementação das novas tecnologias. Segundo comunicado da entidade, também foi incluído estudo sobre potencial de comercialização no mercado brasileiro e produção local, mas os dados não foram divulgados. 

"O primeiro passo foi dado para o aumento da participação dos veículos híbridos e elétricos no mercado brasileiro. O Brasil tem condições favoráveis para desenvolver localmente as tecnologias de propulsão que moverão os carros em um futuro de médio e longo prazo e a hora de investir é agora", declarou Moan na nota distribuída à imprensa após o encontro com o ministro. "Temos de utilizar os benefícios do Inovar-Auto (a política industrial do setor automotivo para o período 20-13-2107) para investimento em pesquisa, inovação e engenharia, para assumirmos papel de liderança global em novas tecnologias", acrescenta a nota, sem no entanto revelar os prazos desse desenvolvimento e adoção efetiva dessas tecnologias. 

O comunicado da Anfavea divide o processo em duas fases genéricas. Na primeira etapa, de agora até 2017 - justamente o fim da vigência do Inovar-Auto -, haveria apenas incentivos à "importação para trazer novas tecnologias de propulsão ao País". Seriam adotadas cotas para cada empresa importar híbridos e elétricos com isenção de impostos, que aumentam progressivamente ano a ano e são adicionais às cotas de importação de modelos comuns já aprovadas pelo Inovar-Auto. 

A Anfavea não divulgou que tipo de benefício tributário seria esse, mas segundo informação vazada por membro da própria entidade ao jornal O Estado de S. Paulo da quinta-feira, 4, os fabricantes pedem a isenção de IPI sobre híbridos e elétricos importados. 

Voltando ao comunicado da Anfavea, a proposta entregue ao governo prevê em uma segunda fase, após 2017, "a produção local com desenvolvimento de engenharia e fornecedores e localização progressiva de componentes". Segundo a nota, Moan lembra que "o projeto está totalmente alinhado com o programa Inovar-Auto, que incentiva a produção local e a oferta de veículos cada vez mais tecnológicos, econômicos, seguros e que reduzem as emissões ou até mesmo que não emitam nada". 

No entanto, justamente após 2017, os incentivos, exigências e barreiras do Inovar-Auto já teriam acabado e uma nova política de incentivo precisaria ser desenhada. Portanto, os fabricantes evitaram assumir qualquer compromisso de produção de elétricos e híbridos no País. 

Veja abaixo as seis classificações de tecnologias de propulsão que a Anfavea definiu para o governo: 

 Mild Híbrido - Motor a combustão interna combinado com sistema auxiliar de tração (normalmente elétrico). 

 Full Híbrido - Motor a combustão interna combinado com outro sistema de tração (pode ser um motor elétrico ou hidráulico), que trabalham em conjunto ou separadamente. 

 Plug-in Híbrido - Motor a combustão interna com outro sistema de tração elétrico, que trabalham em conjunto ou separadamente, com possibilidade de recarga externa de energia elétrica. 

 Elétrico com Autonomia Estendida - Opera predominantemente com motor elétrico, sendo que o motor a combustão interna entra em operação quando a bateria precisa de carga ou para aumentar a performance. 

 Full Elétrico - Motor elétrico, com energia proveniente de acumuladores elétricos. 

 Célula de Combustível - Motor de propulsão elétrica, alimentado por conversão de hidrogênio em energia elétrica. O hidrogênio pode ser extraído de diversas fontes, inclusive da água e de outros combustíveis, fósseis ou biológicos. Por isso, em adição ao estudo, o presidente da Anfavea solicitou ao ministro apoio para as pesquisas da utilização do etanol para extração de hidrogênio nos veículos com célula de combustível, o que permitiria melhor aproveitamento do biocombustível já produzido em larga escala no Brasil.

Fonte: Automotive Business



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