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01/10/2013 -
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Mercedes-Benz confirma investimento de ? 170 milhões em Iracemápolis (SP)
 
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Nova geração do Classe C e do SUV compacto GLA serão produzidas na nova planta.

Está confirmado: a nova fábrica da Mercedes-Benz voltada à produção de automóveis no Brasil será em Iracemápolis, em São Paulo, na região de Limeira, a cerca de 150 quilômetros da capital. O investimento na planta será de ? 170 milhões (em torno de R$ 510 milhões) para a produção da nova geração do sedã Classe C e do SUV compacto GLA.

O projeto foi anunciado na manhã da terça-feira, 1º, para a presidente Dilma Rousseff, que recebeu Andreas Renschler, membro da diretoria de gestão de produção e aquisições da Mercedes-Benz Automóveis e Vans, e Philipp Schiemer, CEO da organização no Brasil e da Daimler América Latina. No encontro, os executivos assinaram documento que formaliza o investimento no País. 

Os primeiros veículos devem sair da linha de montagem no início de 2016. A capacidade produtiva será de 20 mil carros por ano. A companhia projeta que a nova planta gere cerca de mil empregos diretos, além de outros três mil indiretos. O grupo aponta que a Mercedes-Benz do Brasil finalizará em breve a compra do terreno para começar a construir a fábrica. 

Com o investimento, a Mercedes-Benz poderá se habilitar no Inovar-Auto como investidora. A fábrica de automóveis da marca vai se enquadrar na categoria do novo regime automotivo para empresas de baixo volume, com capacidade produtiva de até 35 mil unidades por ano e índices de nacionalização menores do que os previstos para plantas de grande produção. Os planos de investimento da BMW e da Audi se encaixam nessa mesma categoria do novo regime automotivo.

Inscrita no Inovar-Auto como investidora e enquanto a nova fábrica não entra em operação, a companhia deverá receber cota para trazer do exterior até 10 mil veículos por ano sem o adicional de 30 pontos no IPI. O volume corresponde à metade da capacidade produtiva esperada para a planta. Pelas regras do programa, metade desse volume, 5 mil veículos, entra no País sem a alíquota majorada. Para importar a outra metade, a empresa precisa pagar a tributação adicional, que será recuperada quando a planta nacional entrar em atividade.

Fonte:Automotive Business



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