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03/01/2014 -
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Fiat pagará US$ 4,35 bi pelo resto da Chrysler
 
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Acordo fechado com fundo dos trabalhadores prevê aquisição de 41,5% da companhia.

A Fiat concordou em pagar o total de US$ 4,35 bilhões ao Veba (fundo de pensão dos funcionários) para adquirir 41,5% de participação da Chrysler que ainda não tinha da companhia. O acordo foi anunciado no primeiro dia de 2014, após quase um ano inteiro de brigas judiciais com o Veba, que tentava valorizar o máximo possível sua porção na Chrysler, impedindo que a Fiat pudesse fazer a fusão integral das duas empresas. 

Segundo comunicado distribuído pela Fiat na quarta-feira, 1º, a transação será concluída até o dia 20 de janeiro. Ficou acertado que inicialmente a Chrysler desembolsará US$ 1,9 bilhão de seu caixa e a Fiat North America pagará US$ 1,75 bilhão, também com recursos próprios. Depois o Veba receberá da companhia mais US$ 700 milhões, a serem pagos em quatro parcelas anuais - a primeira delas assim que o acordo for formalmente concluído. 

Dentro do acordo, o fundo controlado por funcionários da Chrysler ligados ao sindicato UAW (United Auto Workers) concordou em encerrar todos os processos que correm na justiça dos Estados Unidos que vinham impedindo a Fiat de realizar transações no mercado acionário, como o lançamento de ações para captação de recursos. O Veba também assumiu o compromisso de apoiar o desenvolvimento das operações industriais do Grupo Chrysler, incluindo a adoção do sistema de produção internacional da Fiat, denominado World Class Manufacturing, em todas as fábricas da companhia.

A Fiat assumiu a administração da Chrysler já no fim de 2009, logo após o período de recuperação judicial que salvou a companhia da falência. Desde então, o sócio italiano vinha aumentando sua participação acionária, até chegar aos atuais quase 60% em 2012. No entanto, a operação das duas companhias vinha sendo administrada de forma separada, apesar de o Grupo Fiat acrescentar o lucro da Chrysler ao seu balanço desde 2012, quando tornou-se sócio majoritário, o que compensou os prejuízos da corporação na Europa e permitiu apresentar resultados financeiros positivos. 

Agora, com a aquisição completa, o grupo Fiat-Chrysler será totalmente integrado, criando o sétimo maior fabricante de veículos do mundo, como planejava Sergio Marchionne, que desde 2009 dirige simultaneamente as duas corporações. "Na vida de toda grande organização e suas pessoas, existem momentos de definição que serão inscritos nos livros de história. Para a Fiat e a Chrysler, o acordo com o Veba é um desses momentos", declarou Marchionne no comunicado distribuído no primeiro dia do ano. "A estrutura unificada de controle permitirá a execução de nossa visão para criar um fabricante global de veículos verdadeiramente único em termos de mistura de experiências, perspectivas e conhecimento, uma organização sólida e aberta que assegurará a todos os seus empregados um ambiente desafiador e recompensador", completou o executivo.

 

Fonte: Automotive Business



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