noticias


10/02/2014 -
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d
Yamaha 150 Crosser vem incomodar Honda
 
fiogf49gjkf0d
fiogf49gjkf0d

  

Aproveitando o novo motor flex que equipa desde outubro a YS 150 Fazer, a Yamaha criou também a XTZ 150 Crosser. A moto foi concebida por engenheiros japoneses e brasileiros. Chega em abril às concessionárias em duas versões: E, com partida elétrica, freios a tambor e preço sugerido de R$ 9.050; e ED, que como itens extras vem com freio dianteiro a disco, guidão ajustável em distância e tabela de R$ 9.350. 

A Crosser tem pneus Metzeler de uso misto foi projetada para andar bem tanto na cidade como em trechos de piso irregular e sem pavimentação. Será concorrente direta da Honda NXR Bros, vendida em versões com cilindrada entre 125 e 150 centímetros cúbicos e preços de R$ 7.190 a R$ 9,3 mil. Em 2013, a Bros foi a quarta moto mais vendida da Honda e do Brasil, com 197,7 mil unidades emplacadas, somadas as duas motorizações. 

"Esperamos vender entre 3 mil e 3,5 mil Crosser por mês", diz o diretor-presidente da Yamaha do Brasil, Shigeo Hayakawa. A empresa é a vice-líder de mercado no País e fechou o ano passado com 10,9% do mercado, mas começou 2014 com 12,7% como resultado da boa aceitação da novata 150 Fazer. Essa participação vai subir ainda mais com a Crosser: "Devemos fechar 2014 com cerca de 14% de market share", acredita Hayakawa. 

Na década anterior, a Yamaha se estruturou para produzir perto de 500 mil unidades anuais em Manaus (AM). Em 2008, segundo melhor ano para as motos no Brasil, a empresa produziu 328,5 mil. Em 2013, montou apenas 185,2 mil. Dessa forma, tem capacidade instalada mais que suficiente para suprir a rede durante o ano com os novos produtos: "Podemos montar até 4,5 mil unidades por mês da Crosser sem prejudicar a produção de outras motos", diz Hayakawa. 

Com a YS 150 Fazer, a XTZ 150 Crosser e os desdobramentos que elas podem gerar no restante da linha, a fabricante espera recuperar terreno. Em Manaus, a Yamaha produz suas motocicletas em três linhas. Uma delas fabrica os modelos de maior volume (YBR 125 Factor e as novas motos de 150 cc). Outra linha monta modelos de 250 cc, a Crypton T115 e a veterana XTZ 125. Na terceira são feitas as motocicletas de alta cilindrada. 

Segundo o diretor de marketing Márcio Hegenberg a Crosser 150 resultará em simplificação da linha XTZ 125, hoje com três versões. A motocicleta é fabricada desde 2002 e tem opções para uso misto ou só asfalto, mas passou por mudanças relativamente pequenas nestes 12 anos. Chegou a mais de 43 mil unidades montadas em 2008, mas essa produção encolheu para 7,7 mil em 2013. 

Assim, existe a possibilidade de a Crosser receber mais adiante um motor de 125 cc e substituir a XTZ 125. "Neste primeiro momento precisávamos lançar as novas motos de 150 cc (Fazer e Crosser). De agora em diante vamos observar o comportamento do mercado", diz Hegenberg. Hayakawa também pensa assim e admite a possibilidade do motor menor como opção futura para a Crosser. 

À ALTURA DA CONCORRENTE

Quem já pilotou motos urbanas ou com estilo trail vai gostar da Yamaha 150 Crosser. Pessoas com 1,70 metro ou acima disso vão se sentir mais à vontade, já que o assento tem 83,6 centímetros de altura. A moto pesa 120 quilos e tem boa agilidade em curvas. Segundo a Yamaha, o motor produz 12,2 cv com gasolina e 14,4 cv com etanol. Teria recebido desenvolvimentos específicos para a moto, mas nem mesmo o líder do projeto no Japão soube explicar claramente essas diferenças. 

O fato é que ele está adequado à moto. Funciona redondinho desde as rotações mais baixas e vibra pouco em giros mais altos, próximos a 8 mil rpm. O test ride foi feito num kartódromo, o que impediu um julgamento sobre o comportamento das suspensões. Também não deu para conhecer o desempenho geral em trânsito pesado e vias expressas. Segundo a Yamaha, a Crosser atingiu 100,1 km/h de velocidade máxima quando abastecida com etanol, ante 97,6 km/h da Honda NXR 150 Bros. Com gasolina, os números obtidos foram de 98,8 (Crosser) e 96,8 km/h (Bros). 

Automotive Business avaliou a Crosser com freio dianteiro a tambor e a disco. A primeira não decepciona quem anda mais tranquilo, mas não oferece a mesma segurança em uma frenagem de emergência. Segundo a Yamaha, em muitas regiões do Brasil os compradores preferem o tambor pela facilidade e baixo custo de manutenção.

Tanto o câmbio de cinco marchas como a relação final de transmissão (coroa e pinhão) são iguais aos da 150 Fazer

A Yamaha não informa o consumo da Crosser, mas é possível estimar uma autonomia superior a 400 quilômetros em circunstâncias favoráveis como abastecimento com gasolina, velocidade constante de 90 km/h e ausência de garupa. O tanque da Crosser tem 12 litros. 

REDE TERÁ ACESSÓRIOS E PEÇAS Y-TEC EM MAIO

A Yamaha já trabalha para entregar aos concessionários as peças de reposição Y-Tec, originais, mas com preço mais acessível, e uma linha de acessórios. Tudo isso deve estar à venda no mês seguinte à chegada da Crosser. Entre os itens Y-Tec estarão sapatas de freio, pastilhas e outros componentes de desgaste frequente. "Na linha de acessórios haverá bauleto, manoplas e adesivos reflexivos para rodas", garante Márcio Hegenberg.

Fonte:Automotive Business



Comentários


Nenhum comentário no momento!



Cadastre o seu comentário
 
Titulo:
Nome:
Email:
 
Comentário

(0 / 1000)
Receber comentários por email:
 
 



Voltar

 


RH AUTOMOTIVE
contato@rhautomotive.com.br (11) 9-9208-9621 (WhatsApp) | (11) 3777-3906
RH AUTOMOTIVE - todos os direitos reservados | Desenvolvimento