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10/03/2014 -
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À frente do primeiro lugar
 
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Já foi pior, mas ainda há muito o que melhorar. A diferença salarial entre homens e mulheres ainda existe e, quanto maior é a empresa, maior é o gap existente entre a renda de executivos homens e mulheres.

Estudos realizados entre 2001 e 2011 pelo SEBRAE e Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), e publicados no final de 2013 apontaram que, nas grandes companhias, onde a estrutura organizacional é maior, os homens ganham até 44% a mais que as mulheres, que ainda ocupam poucos lugares mais 'altos' da hierarquia. Nos pequenos negócios, pela própria dinâmica que eles pedem, o número cai para 24%.

A pesquisa apontou ainda que a remuneração média das trabalhadoras nas micro e pequenas empresas cresceu mais do que a dos homens. A curva apurada no período mostrou que o salário médio da mulher subiu 21%, enquanto o do homem, 18%. Registrou-se também uma entrada maior da mulher no mercado de trabalho, apontando um crescimento de 108%, comparado ao de 67% dos homens. Hoje elas ocupam 40% das 15,5 milhões de carteiras assinadas nas micro e pequenas empresas.

Ano após ano registra-se esse crescimento que, nas últimas décadas, já tornou-se lugar comum: as mulheres estão avançando no mercado de trabalho. Sexismos a parte, ele evidencia um dos principais atributos femininos, frente à complexidade dos múltiplos papéis entrelaçados que a mulher encara na vida, sem borrar a maquiagem: a resiliência. Uma capacidade descomunal de reerguer-se e permanecer firme nas suas múltiplas jornadas, enfrentando dilemas e situações em que muitos marmanjos jogariam a toalha.

E, com isso, provando que chegar em 'primeiro lugar' é algo relativo quando o que está em jogo são valores muito mais ricos, intensos e perenes do que os pódios e outras métricas criadas, na maioria das vezes, pela mente cartesiana do homem.

30 anos depois, praticamente ninguém se lembra da vencedora da maratona feminina nas Olimpíadas de Los Angeles (USA): a norte-americana Joan Benoit. Mas certamente você conhece a 37ª colocada: a suíca Gabrielle Andersen-Scheiss.

Protagonista da cena que se transformou em uma das mais ricas metáforas do espírito de superação, Gabrielle foi movida por propósito único: à época, aos 39 anos de idade, ela sabia que esta seria sua primeira e única oportunidade de competir numa maratona olímpica. Portanto, finalizar a prova era uma questão de realização pessoal.

Sob um calor de 30ºC, com fortes cãibras na perna esquerda e alto desgaste físico, Gabrielle percorreu o trecho final com metade de seu corpo já paralisada, recusando atendimento médico e seguindo em frente, mesmo correndo o risco deste esforço sobre-humano trazer-lhe sequelas para o resto da vida. Cambaleando, levou cerca de 10 minutos para concluir os últimos 200 metros, sob o olhar atento de todos que acompanhavam a prova. Ao cruzar em 37º lugar, num total de 44 corredoras, a maratonista foi aplaudida de pé pelo estádio inteiro, cravando seu nome na história.

Gabrielle não chegou em primeiro lugar. Sua resiliência, determinação e capacidade de superação rompeu a matemática e a fez chegar, quanticamente, muito mais à frente disso.

Nos próximos anos virão novas pesquisas. Seguindo a tendência, percebermos nelas uma diferença cada vez menor entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Que isso represente não apenas um mero comparativo entre salários e cargos mas, principalmente, a compreensão de que masculino e feminino, quando interdependentes e sinérgicos, além de melhorar o ambiente, conquistam melhores resultados para as organizações.

 

Fonte: Dicas Profissionais



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