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14/03/2014 -
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Audi planeja investir R$ 22 bi até 2018.
 
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A Audi apresentou os resultados de 2013 com a superação da meta de vender 1,5 milhão de veículos globalmente, número que foi atingido dois anos antes do previsto. Agora o objetivo é outro: chegar a 2 milhões de unidades/ano até a virada desta década e liderar o mercado mundial de carros premium. Para isso, no entanto, o preço a pagar é alto: a empresa do Grupo Volkswagen aprovou o maior programa de investimento de sua história, com aplicação de R$ 22 bilhões nos próximos cinco anos, até 2018, para aumentar capacidade de produção, construir novas plantas, desenvolver produtos e agregar neles grande quantidade de tecnologia. 

Apresentado à imprensa internacional na terça-feira, 11, o balanço do Grupo Audi em 2013 continua a mostrar resultados financeiros sólidos, mas reflete a estratégia de incremento dos investimentos. O aumento das vendas em 2013, de 8,3% da marca Audi, com 1,57 milhão de unidades entregues globalmente, trouxe faturamento de quase R$ 50 bilhões, 2,3% maior do que em 2012. Mas o lucro líquido de R$ 4 bilhões foi 7,7% menor no ano passado. Em parte, os ganhos foram prejudicados por variações cambiais desfavoráveis. O grupo também detém o controle de três ícones italianos do mundo automotivo: a fábrica de superesportivos Lamborghini, o fabricante de motos Ducati e o escritório de design Giugiaro Italdesign. 

"Em adição à competição mais intensa em todo o mundo, a evolução de nossos ganhos reflete os esforços para sistematicamente preparar o Grupo Audi para o crescimento global e atender os requerimentos do futuro. Consequentemente, os gastos que fizemos em 2013 para garantir o futuro tiveram o maior impacto negativo no lucro", afirma Axel Strotbek, vice-presidente financeiro e membro do conselho de administração do Grupo Audi. "Um dos focos desses investimentos foi na expansão de nossa capacidade de produção internacional. Ampliamos a planta de Györ, na Hungria, hoje uma fábrica completa. E com a nova unidade do México estamos fortalecendo nossa posição na América do Norte, com a fabricação do Q5 a partir de 2016. No ano passado, também trabalhamos duro no desenvolvimento de produtos e novas tecnologias", elencou o executivo.

Mesmo com lucro menor, a Audi segue sendo uma das fabricantes de veículos mais lucrativas do mundo: "Em 2013 atingimos retorno operacional sobre vendas de 10,1%. Isso significa que a despeito de numerosos desafios, nossa margem ficou até levemente acima de nossa meta de 8% a 10%", destacou Strotbek. Ele também ressaltou que o retorno sobre investimentos da companhia registrou o expressivo potencial de 26,4%.

Apesar dos altos investimentos, com gasto de capital de R$ 3,6 bilhões, 10% mais do que em 2012, o caixa da empresa terminou 2013 preservado, com posição líquida positiva de R$ 3,2 bilhões, cifra 11% maior do que a registrada em 2012. "Financiamos com nossos próprios recursos os investimentos em expansão das plantas internacionais e em novos modelos e tecnologias", ressalta Strotbek.

Para 2014, a expectativa é de crescimento contínuo das vendas e faturamento acima de ? 50 bilhões pela primeira vez na história da companhia. Cerca de 70% dos investimentos serão direcionados a à modernização e expansão da linha de produtos. Os 40 mil engenheiros de desenvolvimento que hoje trabalham na Audi direcionam seus esforços para aumentar o portfólio dos atuais 50 modelos e versões para 60 até 2020. Apenas este ano serão lançados 17 modelos e derivados. Com a adição de Brasil e México no mapa mundial de produção da Audi, o número de plantas passará de 10 para 12.

Fonte: Automotive Business



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