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27/4/2015 -
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Chery planeja ir na contramão do mercado em 2015.
 
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O novo Celer, primeiro modelo da Chery fabricado no Brasil na unidade de Jacareí (SP) e lançado na terça-feira, 14, (leia aqui) tem a árdua e ambiciosa missão de promover à montadora chinesa um novo status no mercadobrasileiro: ser o responsável pela metade das vendas totais projetadas pela empresa neste ano.

"Dos 20 mil veículos que prevemos vender em 2015, 10 mil serão do novo Celer, sendo as demais de QQ e Tiggo. Isto significa que venderemos mais Celer este ano do que o volume total de vendas que alcançamos no ano passado, de 9,5 mil veículos", projeta Luis Curi, vice-presidente da Chery no Brasil. 

Para o executivo, não ser uma marca no topo do ranking diante do cenário de queda contundente de emplacamentos traz a oportunidade de começar com mais cautela, "passo a passo", como ele mesmo diz, além de não haver a preocupação de manter sua participação em mercado tão acirrado como o brasileiro, como ocorre com as marcas mais tradicionais, principalmente as quatro grandes que estão perdendoshare: "Essas 20 mil unidades devem representar não mais que 0,7% de participação em 2015. Talvez, se houver tempo hábil para vendas do QQ nacional, pode-se acrescentar algo como de 3 a 4 mil veículos", disse. 

O presidente da Chery no Brasil, Roger Peng, expõe seu otimismo com o mercado brasileiro: "De fato, o momento da economia é complicado, mas mantemos nosso plano estratégico de até 2018 conquistar 3% do mercado brasileiro. Temos ciência, sem dúvida, de que este é um momento difícil, mas acredito que haverá o momento de emergir, como em uma piscina: para mergulhar, você vai primeiro para o fundo, mas depois volta para a superfície. Acredito que no geral, estamos no fundo agora, mas a caminho da subida", exemplifica. 

UM PASSO DE CADA VEZ

Desde que chegou ao Brasil, em 2009, a Chery tinha a intenção de trazer um compacto da categoria B e um subcompacto (QQ) para começar a competir no mercado nacional. Por uma questão de conclusão de projeto, a matriz optou por começar pelo Celer, cujo desenvolvimento e adaptações para o Brasil estavam mais adiantadas que as do QQ. Curi explica que há exatamente um ano, a empresa esperava lançar os dois modelos nacionais ainda neste segundo trimestre, mas a freada da economia e o alto impacto da volatilidade do dólar postergaram a produção brasileira do QQ em Jacareí para o fim do ano. 

Além de Celer e QQ, a fábrica nacional da Chery receberá também o Tiggo, SUV da marca que deixou de ser montado no Uruguai: "Nos próximos meses, vamos protocolar junto ao governo nossos planos de produzir o Tiggo aqui, dando continuidade ao nosso processo de nacionalização de produto para atender ao mercado doméstico".

Curi conta ainda que a unidade brasileira está adotando todas as medidas possíveis para tornar o custo Brasil menos impactante nas contas da montadora. O executivo revela que a filial brasileira está em contato com a Chery do Irã, que já opera há quase cinco anos com a produção de QQ e Celer. "A ideia é prospectar fornecedores para as duas fábricas, criando a necessidade de maior volume, o que reduz o custo logístico. Peças como chicote elétrico, componentes de ignição, acessórios - limpadores, retrovisores - são geralmente peças que demandam um volume considerável, porém com um custo de manuseio e embalagem alto se este volume é pequeno. O objetivo é criar sinergias para que as duas unidades possam operar em conjunto".

Para sustentar o planejamento comercial, a empresa reforçará também sua atuação no País com a abertura de cinco concessionárias nos próximos dois meses. "Esta expansão, ainda que modesta, aumentará das atuais 67% para 69% a nossa cobertura geográfica no Brasil, para um total de 77 revendas no total", acrescenta Filipe Pereira, diretor de vendas da Chery no Brasil.

Entre as cinco novas casas, há novos concessionários e também aqueles que já foram representantes Chery e estão retornando após fechar a operação em 2012, quando a rede chegou a ter 110 revendas. "Todas as novas concessionárias terão oficina com equipe qualificada, que recebe treinamento mensal e estarão aptos para vender os três modelos da Chery, Celer, QQ e Tiggo", informa Pereira. 

Por enquanto, o foco do novo Celer é o mercado brasileiro. Segundo Curi, o País é prioritário para a Chery, mas a filial brasileira já negocia com distribuidores da América do Sul para exportar o modelo para outros países, como Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Uruguai e Venezuela.

 

FONTE: AB



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